Na tarde de ontem (04) Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, recebeu em sua casa o ativista de direitos humanos norte-americano Al Sharpton. No encontro, os dois discutiram a decisão do Facebook de não checar fatos em propagandas e anúncios de políticos.

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A reunião durou cerca de duas horas, e incluiu outros ativistas e a vice-presidente de operações da rede social, Sheryl Sandberg. “Falamos a ele que a não checagem de fatos de políticos pode ser usada para prejudicar o voto e transmitir mensagens erradas”, disse Sharpton. “Ele não fez nenhum compromisso firme para mudança, mas pareceu estar aberto”, completou o ativista.

Às vésperas da eleição presidencial de 2020 nos Estados Unidos, as políticas do Facebook vêm recebendo um grande número de críticas por candidatos democratas e até de funcionários da própria empresa, que escreveram uma carta interna para Mark Zuckerberg.

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O Facebook afimou que está satisfeito com o que foi discutido na reunião com Al Sharpton, afirmando que “eles discutiram uma série de questões importantes e vamos continuar conversando sobre isso”.

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Durante teleconferência sobre os resultados da empresa na semana passada, Zuckerberg defendeu a política do Facebook, afirmando que ele não quer sufocar o discurso político. O CEO também estimou que os anúncios de políticos representarão menos de 0,5 por cento da receita da companhia em 2020.

Al Sharpton disse que também vai solicitar o mesmo tipo de reunião com o Google.

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Enquanto isso, o Twitter anunciou na semana passada a decisão de barrar toda e qualquer propaganda política.

 

Via: Reuters

 

 

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