O Facebook pretende montar um recurso de loja ao vivo dentro da rede social, para isso, adquiriu uma pequena startup de compras de vídeo este ano, a Packagd.

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A startup estava desenvolvendo um produto de compras em vídeos no YouTube. Ela é um empreendimento de cinco pessoas fundado por Eric Feng, ex-sócio da Keiner Perkins Caufield & Byers. Em entrevista à Bloomberg Television, em 2017, Feng definiu o serviço como: “Pense nisso como uma re-imaginação de canais de compras sem sair de casa”.

A pequena equipe da Packagd está trabalhando em um projeto para o Marketplace – função que permite compra e venda entre usuários da rede social – que vai permitir que os usuários façam compras enquanto assistem a transmissões ao vivo.

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Essa não é a primeira vez que o Facebook tenta incorporar uma ferramenta do tipo, no ano passado a rede social de Mark Zuckerberg testou um produto similar na Tailândia, mas não havia maneira de comprar mercadorias diretamente do vídeo e o projeto acabou sendo desativado. Um porta-voz do Facebook confirmou a ideia: “Como informamos no passado, estamos explorando formas de permitir que os compradores façam perguntas e encomendas em uma transmissão de vídeo ao vivo”.

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Reprodução

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook – Foto: Cnet

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O mecanismo de comrpas ao vivo está ganhando cada vez mais popularidade em especial na China, onde o grupo Alibaba Group Holding gerou mais de US$ 38 bilhões (cerca de R$ 160 bilhões) em vendas desse tipo durante o Dia dos Solteiros. A Amazon também explora vendas por vídeo.

O Facebook tentou tirar proveito do comércio eletrônico por anos, mas por enquanto, sem o sucesso desejado. Apesar disso, seu Marketplace foi lançado há três anos e tem quase 1 bilhão de usuários mensais. O Instagram, que também pertence ao Facebook, informou que as compras serão o foco em 2020 e deu recentemente a possibilidade de comprar diretamente das marcas dentro do aplicativo.

A Packagd levantou US$ 7,5 milhões (cerca de 32 milhões) junto à Kleiner Perkins, à Foreruner Ventures e à divisão GV, da Alphabet (dona do Google).

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Via: UOL

 

 

 

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