A teoria mais aceita até hoje para a extinção dos dinossauros é o fato de a Terra ter sido atingida por um enorme asteroide. “Até hoje”, porque cientistas da Universidade de Michigan anunciaram uma nova descoberta que pode mudar completamente a história. 

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Um estudo publicado na revista científica “Nature Communications” afirma que antes de serem aniquilados pela entrada do asteroide na atmosfera terrestre, os dinossauros podem ter sido envenenados por mercúrio. 

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Ainda de acordo com a publicação, o mercúrio é proveniente das erupções vulcânicas, que despejaram uma quantidade do elemento químico suficiente para aquecer as águas dos oceanos de forma tão abrupta contaminou todos os seres vivos da época. 

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E isso teria acontecido bem antes do impacto do asteroide e durou alguns milhões de anos depois do evento. Ou seja, as novas evidências mostram que os vulcões podem ter tido enorme participação no extermínio dos dinossauros, além de terem causado uma enorme mudança climática e ecológica que mudou as condições de vida em todo o planeta.

O mercúrio é um metal pesado que pode oferecer risco à vida de humanos, peixes e outros animais. Hoje, os principais emissores deste elemento químico são usinas de eletricidade movidas a carvão e minas de ouro. Para avaliar a quantidade de mercúrio na atmosfera no período Cretáceo, os cientistas fizeram duas coisas: coletaram conchas contaminadas pela indústria na regiões da Virgínia, nos Estados Unidos, e depois analisaram fósseis de conchas pré-históricas encontradas também nos Estados Unidos, Argentina, Índia, Egito, Líbia e Suécia. 

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Fonte: UOL

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