A operadora Vivo foi condenada a pagar 2 mil reais a um cliente de Brasília. O cliente da operadora, que não teve o seu nome divulgado, entrou na Justiça no início deste ano contra a empresa em busca de uma indenização por danos morais, após ver sua internet cair constantemente. O cliente acionou a equipe técnica da empresa diversas vezes para verificar a instabilidade. Mesmo com as visitas, o problema permaneceu.

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A juíza Rita de Cássia de Cerqueira Lima, do 5º Juizado Especial Cível de Brasília, determinou que a Vivo teria de provar que forneceu o serviço, invertendo o chamado ônus da prova. A empresa apresentou somente um print da tela em que pretendia mostrar a oferta do sinal, o que foi considerado insuficiente pela juíza.

Agora, a Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações, pretende forçar que as operadoras evitem casos semelhantes para seus produtos. O órgão já aprovou um parâmetro que vai classificar serviços em notas de “A” a “E”. Os clientes de empresas classificadas como “D” e “E” poderão pedir cancelamento do contrato sem precisar pagar multas por isso.

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